quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Leitura e escrita

   Ler e escrever, duas coisas que nunca gostei muito de fazer. Ou pelo menos foi sempre o que disse. Mas no fundo escrever sempre me foi relaxante, largar ideias para o papel esvaziando a mente, enquanto que a leitura faz o contrário, enche a mente de ideias novas e de informação, criando também articulação na fala e raciocínio.
   Livros são para algumas pessoas, aquelas coisas que não posso tocar porque adormeço logo, para outras são das melhores coisas do mundo, visto que lhes permite viajar no espaço sem sair do sítio (isto sendo os extremos, existem vários tipos de pessoas entre esses dois). Eu sempre me enquadrei no primeiro tipo de pessoa referido, mas acho que ou por falta de iniciativa ou por nunca me terem introduzido como hábito, sempre arranjei esse prazer de fugir do mundo noutro sítio. Sendo que a leitura foi-me introduzida vendo as legendas de filmes ou pesquisando/jogando/socializando no computador. Os livros nunca foram uma grande fonte de conhecimento na minha vida, ainda que na escola seja uma das maiores fontes de informação que nos oferecem.
   Sempre quis criar um hábito saudável, e cada vez mais tento criar o máximo de hábitos saudáveis para, obviamente, ter uma melhor qualidade de vida a longo prazo. Os livros são algo que sei que faltam e necessito, como qualquer outra pessoa.
   Para não estar a divagar muito, acabo aqui, acho que os livros são algo que nos cria interesse cada vez mais ao passar o tempo. Obviamente que tudo depende do tipo que gostamos e se nunca encontrarmos o tipo de livro que gostarmos é difícil gostar da leitura. E vocês o que pensam?

Jogos

   Existem vários tipos de jogos. Sendo estes jogos: educacionais, de lazer ou de raciocínio (xadrez, sudoku, etc...), este último distinguindo-se dos educacionais.
   Hoje em dia, é certo que, a população está mais focada nos jogos de lazer, por a simples razão de abstraírem-se do mundo ou realidade em que se encontram. Esta parte da população tem a tendência de não lidar com os seus problemas imediatamente ou simplesmente usando estes jogos como maneira de desanuviar/relaxar, generalizando.
   Os jogos educacionais são muitíssimas vezes pouco inspiradores, sem muita criatividade e muito pouco apelativos, sendo estes muitas vezes ignorados pelas crianças ou adolescentes, o alvo de quem cria esses jogos por norma. Isto, falando na maioria dos jogos educacionais, pois muitos deles não são feitos por pessoas com experiência em jogos, ou quando são têm uma limitação das pessoas que os coordenam, sendo essas pessoas, normalmente, docentes ou simplesmente encarregues de uma educação de um número de crianças alargado. Com estas pressões que os criadores desses jogos têm, por norma, não conseguem criar o lado apelativo em equilíbrio com o educacional, isto porque também não é nada fácil. Sendo a educação normalmente vista como algo enfadonho, retirando quaisquer perspectivas de diversão na criança/adolescente, estes tendo normalmente induzidos por outros colegas da escola baixando a reputação da educação aos olhos das crianças/adolescentes.
   Por fim, nos jogos de raciocínio, grande parte jogados em competição sendo também por vezes usados como jogos de lazer, pois alguns destes contêm o fator diversão para algumas pessoas. Estes são normalmente postos de parte por grande parte da população pela sua dificuldade e pela falta de raciocínio que muitas pessoas têm ou que não querem ter nem esforçar-se para tal. Estes tipos de jogos ajudam a construir lógica e desenvolver o raciocínio, daí o nome a que lhes dei, sendo aconselhado a introduzi-los desde cedo na criança, por volta dos 7+ anos.
   Portanto, podemos verificar que os jogos não são coisas más, desde que usados em moderação e da maneira correta. Os jogos de educação precisam de maior apoio, ainda que cada vez mais se venha a ver melhores jogos de educação. Os jogos de lazer, muitas vezes exagerados pela parte do jogador, não param de ser uma má forma de escapatória da realidade, às vezes demais até, criando até mesmo vícios. Mas caso não chegue ao vício e seja moderado, não haverão quaisquer razões de preocupação ao jogar ditos jogos. Por fim nos jogos de raciocínio, ainda que desvalorizados e subestimados, deveriam estar incluídos no sistema de educação ou simplesmente sensibilizar a população da sua importância, pois pode aumentar a capacidade cognitiva a longo prazo, acordando e preparando os neurónios a curto prazo. Sendo este último o mais necessário na minha opinião.


(Nada disto é comprovado com estudos, mas sim o que experienciei e observei durante a minha vida, é só a minha opinião estarão livres de discordar e provar-me o contrário)

-Paulo Candeias

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Unidade

   Na outra noite fui dar uma volta, a olhar para as estrelas, depois olhei para a minha mão. Foi aí que me vieram os pensamentos das células, e como estas, são um dos melhores grupos que trabalham em conjunto e em simultâneo para garantirem a sobrevivência e bem estar uns dos outros.
   É engraçado perceber que pequenos seres, em conjunto conseguem manipular algo maior, muito maior que esses seres. Olhando para a minha mão apercebi-me que, essas células criaram duas maneiras de trabalhar em conjunto, uma sendo a mais básica de se juntarem todas para a construção do ser, que neste caso, é o ser humano. Noutra podemos verificar uma construção de duas coisas grandes, para a possibilidade da manipulação de objetos dos quais as células não conseguem interagir sozinhas criando uma "coisa" grande só, neste caso estou-me a referir a dois dedos por exemplo. As células juntam-se para fazer a mão, criando um dedo, mas para conseguirem manipular objetos maiores, necessitam de outro dedo, e assim consecutivamente para o resto do nosso corpo.
   Reparamos assim numa das melhores interações em equipa que se pode ver neste mundo olhando simplesmente para a nossa mão. Uma coisa tão simples, mas ao mesmo tempo tão complicada. As células conseguem ao mesmo tempo serem um só, como vários uns sós, criando uma total unidade e pluralidade simultaneamente.

                                                  

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Inspiração

   Sempre acreditei que motivação fosse a chave da vida, que o dia que eu ganhasse a minha motivação nalguma coisa iria finalmente me esforçar e seguir o que quero na vida. Mas aprendi que, motivação é temporária e nunca dura muito tempo. Por vezes nem mais que algumas horas (se tanto...). É certo que o que eu queria não é propriamente motivação, mas mais propriamente, inspiração. 
   Agora podemos também dizer, mas inspiração também costuma ser temporária. Mas eu digo, inspiração dura o tempo que precisa demorar. Uma pessoa que se sente inspirada em algo, dando um exemplo, um pintor que se inspira na vista de um pássaro a levantar voo, esta inspiração vai permanecer até que o pintor faça a sua tela que o pássaro o inspirou, ou caso ignorada, a inspiração pode desvanecer ao passar do tempo. Pessoalmente nunca deixei a inspiração desvanecer, porque esta trás consigo muita motivação para concluir o que nos inspirou. 
   Ou seja, podemos dizer que inspiração é um dos produtores da motivação, sendo uma grande parte das nossas vidas do qual nós necessitamos para nos focarmos e ganharmos mais  criatividade nos nossos trabalhos ou seja o que for que usemos a nossa inspiração. 
  

Sucesso

   Tenho vindo a verificar que o sucesso na vida é adquirido através de falhas. Sendo essas falhas as peças fundamentais da construção da nossa personalidade, é o que nos define. 
   Desde o início da vida que tentamos esforçar-nos para aprender algo. Quando bebés e estamos a tentar andar, nós caímos e tentamos mais uma vez, até que um dia conseguimos. Isto é transversal para o resto da vida, sempre que caímos podemos sempre nos levantar e tentar de novo. Só porque algo é novo e difícil, mesmo sendo uma coisa simples como aprender a andar, temos de nos dedicar e aceitar as falhas. As falhas são inevitáveis. 
  Amanhã acordem cedo, façam o que queriam começar a fazer há dias, se não anos, desde tarefas domésticas a aspirações da vida. Não percam tempo a hesitar e a ter medo de falhar. Sem falhar não vamos longe, sem falhar não vivemos a vida. Falhem! E aprendam! Porque é para isso que estamos cá, para ter sucesso.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Apresentação

   

   Eu chamo-me Paulo, sou um rapaz de 20 anos, gosto de animais, de jogos (virtuais ou qualquer tipo de jogo na realidade), filosofia, patinagem e arte. Interesso-me especialmente pela psicologia humana. Tenciono tirar licenciatura em Psicologia.
   Trabalhei desde os 15 anos, tenho alguma experiência a lidar com pessoas, estou sempre apto para aprender mais e adquirir mais experiências.  
   De momento estou a tirar um curso profissional no Pólo de Formação do IEFP de Lagos. A fim de concluir o secundário e seguir a minha carreira no estudo do desenvolvimento humano, sendo o curso TAE (Técnico de Ação Educativa).
   Sou uma pessoa interessada em aprender sobre qualquer coisa, tendo como maior objetivo melhorar em todos os aspetos possíveis, estando de momento à procura de criar um estilo de vida adequado à minha personalidade.
  

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Música


                Música é uma das melhores invenções criadas neste mundo. Porquê? Perguntam vocês. Eu passo a explicar.

                Num mundo repleto de desgraças e pressões, as pessoas entram em stress constantemente e necessitam do seu mundo para se escaparem. A música é um dos melhores se não o melhor instrumento de escapatória da realidade no momento. Quando ouvimos música de que gostamos, que nos relacionamos, entramos nas profundezas da criatividade e fantasia.

                A música leva-nos a sítios que não conseguimos, por vezes, chegar sozinhos. É o navio para navegar através do mar, é o foguetão para sair da terra, é o combustível de todo o ser.

                Sem música a vida seria tão aborrecida e enfadonha e triste que não sei se existiria sequer. Mas isto é só a minha opinião. E vocês o que acham?

- Paulo Candeias